O Pele negra escravo foi meu ancestral o corpo dele vive na alma do meu quintal quintal, e foi do outro lado do mar que tudo começou, e na Ruanda de outrora nascia a Melancolia dicotomia que o negro que ainda chora é o negro chora de tristeza lamentando o dia dia o quilombola não morreu hoje vive na periferia, minha respiraçao ascende a luz da nostalgia lembrança do povo branco desembarcado na bahia
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